terça-feira, 7 de setembro de 2010

imaturidade.

A leveza do sentimento excessivo de felicidade vai exorcizando os meus medos, e dói. Arrepia-me a indecisão dentro de mim, a incerteza constante das passagens ilusórias. Esse sentimento ao qual me tens vindo a habituar, e com o qual não tenho a certeza de saber lidar, um desequilíbrio paradoxal.
Não me faças fotocópia, não me queiras comparar, igualar ou colocar ao lado de qualquer outra, não vais gostar dos resultados, isso posso-to garantir com todas as letras. Não queiras que eu seja ela, não queiras ver nos meus olhos a falta de amor-próprio que encontras nos dela. Vai buscá-la! Vai! Ela é o que sonhaste e eu o que não sabes como ter. 
Passado tanto tempo uma pessoa pensaria que já não faziam falta estas introduções maricas; somos adultos e a infantilidade ainda percorre as nossas veias. E o orgulho nunca se afasta, está tatuado em mim como o teu nome. Não sei se ter pena de ti ou de mim.

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