terça-feira, 5 de janeiro de 2010

De algo estoy segura..

Tenho poucas certezas, muito poucas mesmo. Palavra constante: não sei. Sei que amo, sei que sofro. Sei que já sofri por amor, ou por uma mera ilusão de isso. "No es amor ni ternura, ni odio ni amargura" Sei que sou ingénua. Sei que não sei agir, porque sei que analiso demasiado. "cuando llegó a convencerte el maldito despecho" Sei que, às vezes, não pertenço ao mundo que me rodeia "si se sana la herida, borra la cicatriz" .

Sei que escondo muitas coisas nos sorrisos "estás boa? -sim sim *sorriso a tentar convencer*"

AL DIABLO LA GEOGRAFÍA SE ACABARON LAS FRONTERAS.
Sei que gostava de viver num mundo ao contrário ;O era engraçado. "si me dices que sí, piénsalo dos veces" Sei que não sei muito. Sei que gosto de aprender. Sei que sou capaz de sentir borboletas a fazerem uma rave.
Sei que a esperança é a última coisa que se perde "llegarás cuando vayas más allá del intento" . Sei que tenho medo muitas vezes. Sei o que desfruto fazer. "te quiero más de lo que hoy puedo decir"

Sei que pouco sei. Sei que aprendo cada dia com as porradas *metafóricas* que recebo.

2 comentários:

  1. gostei muito deste texto, especialmente por estar em duas linguas, o que achei mesmo original. (es espanhola ou assim? fiquei curiosa)

    quanto ao conteudo, ja dizia o outro que "Tudo vale a pena se a alma não é pequena", por isso viver e sofrer sao indissociáveis. e as borboletas, essas, são sempre bem-vindas!

    um beijinho,
    mariana

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