Meu amor pequenino, eu podia chegar ao pé de ti e dizer-te tudo o que sinto. Podia dizer-te o quanto eu gosto dos teus olhos, mesmo sabendo quanto os odeias. O quanto eu gosto do teu cheiro, entre doce e amargo, como tu. Podia dizer-te como eu ouço música cada vez que deixas uma enorme gargalhada sair do fundo do teu corpo. Podia chegar e dar-te um beijo, como aqueles que damos quando todos têm os olhos fechados. Podia dizer-te o quanto eu gosto de sentir os teus dedos entrelaçados aos meus e como isso me faz sentir segura e protegida de todo o mal do mundo. Dizer-te como eu adoro quando me chamas 'estúpida' depois dum beijo. Dizer-te, fazendo beicinho, como eu odeio quando deixas as conversas suspensas, de propósito. Como eu adoro fazer-me amuada para que tu insistas em encontrar o caminho até aos meus lábios. Como eu adoro quando acabas as discussões, para ficarmos bem. Dizer-te como odeio estar perdida, e que o teu GPS avarie. Podia chegar e matar todas as vontades de abraços e beijos que tenho ultimamente. Podia dizer-te como acho engraçado aquele tique que tens em que pestanejas mais forte da terceira vez. Eu podia dizer-te que só tu me fazes sentir bem, no meio do mundo. E tudo o que diria, seria a pura verdade. Podia dizer-te, com toda a naturalidade, o quanto eu te amo. Será que respondias que tu também? domingo, 14 de março de 2010
eu podia, pois podia.
Meu amor pequenino, eu podia chegar ao pé de ti e dizer-te tudo o que sinto. Podia dizer-te o quanto eu gosto dos teus olhos, mesmo sabendo quanto os odeias. O quanto eu gosto do teu cheiro, entre doce e amargo, como tu. Podia dizer-te como eu ouço música cada vez que deixas uma enorme gargalhada sair do fundo do teu corpo. Podia chegar e dar-te um beijo, como aqueles que damos quando todos têm os olhos fechados. Podia dizer-te o quanto eu gosto de sentir os teus dedos entrelaçados aos meus e como isso me faz sentir segura e protegida de todo o mal do mundo. Dizer-te como eu adoro quando me chamas 'estúpida' depois dum beijo. Dizer-te, fazendo beicinho, como eu odeio quando deixas as conversas suspensas, de propósito. Como eu adoro fazer-me amuada para que tu insistas em encontrar o caminho até aos meus lábios. Como eu adoro quando acabas as discussões, para ficarmos bem. Dizer-te como odeio estar perdida, e que o teu GPS avarie. Podia chegar e matar todas as vontades de abraços e beijos que tenho ultimamente. Podia dizer-te como acho engraçado aquele tique que tens em que pestanejas mais forte da terceira vez. Eu podia dizer-te que só tu me fazes sentir bem, no meio do mundo. E tudo o que diria, seria a pura verdade. Podia dizer-te, com toda a naturalidade, o quanto eu te amo. Será que respondias que tu também?
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E que sejam muitas vezes. Que certamente há meninos que também vos querem. :D
ResponderEliminareste post esta mesmo, mesmo fofinho :)
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