sábado, 16 de abril de 2011

brillance



Se pudesse ter o mundo aos pés não sei o que faria. Senti em ti uma expressão que me era há demasiado tempo uma estranha, há demasiado tempo uma pequena memória apenas. Senti em ti o perfume de uma nova lembrança, um preenchimento exacerbado de ti, só e apenas de ti. Após tantos meses de desejos pretéritos, de carreiras e comparações desenfreadas contra o tempo que teimava em não me acarinhar, chegaste e a minha noite foi tua sem intrusos.

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